Direito Tributário Empresarial

É o presente para arquivar, e a quem interessar tornar disponível, algumas divagações no campo do Direito Tributário Empresarial, da Filosofia e outras áreas afins. Lauro Arthur G. S. Ribeiro - Advogado, Professor Substituto (UFPR - 2005/2006) Correções, críticas, sugestões: lauro.r@gmail.com

Terça-feira, Novembro 01, 2011

Minha experiência na China - A chegada

Recentemente escrevi sobre a experiência de ter conhecido o Acre. A grata surpresa sobre o Acre e seu povo foi de certa forma realçada, pois após escrever aquele texto sofri um grave acidente automobilístico no próprio Acre e graças aos excelentes serviços de remoção e médicos locais (do SUS - fui atendido exclusivamente na emergência do hospital público local) restei prontamente socorrido e hoje estou aqui, vivo e na China.
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Por seu minha primeira vez em viagem pela Ásia os objetivos corporativos acabam ficando tão importantes, para mim, quanto a experiência pessoal de estar por aqui e de poder conviver por três semanas com um povo tão diferente do nosso.
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As discussões que ocorrem duranto o dia de trabalho aqui sobre orçamento, apresentações para os controladores e participação na definição da estratégia para 2012 para a unidade brasileira da empresa (para a qual trabalho) deixam de ser parte de uma simples reunião corporativa para serem efetivamente uma experiência de aproximação ao modo de vida, à estrutura de decisões de negócios e, enfim, à cultura chinesa.
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Recentemente comentei um post no Blog do Professor Sacha Calmon que tratava da comparação de alguns aspectos brasileiros e chineses. Para tecer as considerções que ali expus utilizei a minha experiência haurida nas conversas com os chineses (meus colegas de mesmo grupo econômico) que iam a trabalho para o Brasil de tempos em tempos. Nesse texto reforcei a questão de que a China é uma democracia, a seu modo, e a questão da eficiência do governo local e infraestrutura para negócios. Confesso que a minha primeira impressão ao chegar aqui é que de fato a China é um local onde o desenvolvimento em todos os seus aspectos se faz presente.
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Hong Kong lembra (e muito), a cidade do Rio de Janeiro. É uma cidade entre montanhas e o mar com um centro urbano tomado por prédios que utilizaram ao limite extremo os espaços existentes.
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O aeroporto, apesar das filas para o passaporte (quinze minutos), é um local com muito espaço e não há confusão alguma ou filas no check-in. Aliás, comparando com nossos sempre cheios aeroportos a impressão que tive foi de uma paz muito grande ao conseguir olhar todas as áreas sem notar qualquer pessoa em situação de desconforto.
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Duas pessoas, funcionários do aeroporto, faziam a arrumação das malas na esteira, na área de retirada, colocando-as todas em pé e lado a lado para que as mesmas ficassem melhor acomodadas, facilitando o manuseio pelos usuários.
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Do aeroporto à estação no centro há um trem extremamente confortável, silencioso e limpo que quando chega à estação permite fácil conexão com o metrô local.
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O metrô (por enquanto andei em uma única linha que dá acesso à estação, ao hotel e à sede da companhia) segue a orla, onde estão concentrados os prédios comerciais. O sistema é de portas duplas, do piso ao teto, isolando a área de embarque dos trilhos. Ao final de semana tentarei andar nas demais linhas para verificar se o capricho se repete.
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O uso da infra-estrutura é feito a um preço módico. A passagem nessa linha que utilizei custou HKD 5,00 (pouco menos de um real) para ir da estação ao hotel e escritório. O preço pode variar de acordo com a distância, mas como não entendo o que está escrito na máquina não sei o critério, por enquanto.
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Paro a postagem por aqui para poder me arrumar a tempo de mais um dia de trabalho e assim poder voltar à minha experiência corporativa e pessoal de hoje.

Hong Kong, 02 de novembro de 2011, 06:59 da manhã (ainda ajustando o fuso horário...).

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